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Troca de Vidro em Altura: NR-35, Acesso por Rapel e Emergência
Profissionais de alpinismo industrial em rapel executando servico em fachada de vidro, conforme a NR-35

Troca de Vidro em Altura: NR-35, Acesso por Rapel e Emergência

Um vidro trincado na fachada do prédio não é só um problema estético. Estilhaços podem cair sobre pedestres e infiltrações avançam pela vedação comprometida. Enquanto o serviço não é feito, o condomínio fica exposto a responsabilidade civil.

Quando o vidro fica a 8, 15 ou 30 metros do chão, a troca precisa de equipe especializada e equipamentos certificados. Também exige um método de acesso que não paralise o prédio inteiro. A troca de vidro de fachada em prédio é um serviço técnico regulamentado pela NR-35 (trabalho em altura) e pela NR-18 (canteiro de obras/isolamento).

Fazemos esse serviço no Rio de Janeiro desde 2017, com acesso por rapel e balancim. Não é preciso montar andaime nem interditar o passeio público por semanas.

Troca de vidro em altura com segurança NR-35 sem andaime

A NR-35 do Ministério do Trabalho vale para qualquer atividade realizada a partir de 2 metros acima do nível do solo. Nesses casos, o trabalho precisa ser executado por profissionais treinados e certificados. A norma também exige Análise Preliminar de Risco (APR) e uso de equipamentos de proteção individual e coletiva (EPI/EPC). Isso inclui a troca de qualquer vidro de fachada que não seja acessível do chão ou de uma janela do próprio imóvel.

O acesso por cordas — também chamado de alpinismo industrial ou rapel industrial — permite que nossa equipe alcance qualquer ponto da fachada. Usamos sistemas de ancoragem na cobertura do prédio, sem precisar montar andaime tubular na calçada. Para vidros de grande formato ou em posições que exigem içamento com precisão, usamos ventosas a vácuo certificadas. Elas sustentam o painel enquanto ele é reposicionado e fixado.

O resultado prático para o condomínio: o serviço acontece em um ou dois dias, sem bloquear a entrada do prédio. Não há cobrança de licença de ocupação de via. Também não existe risco de danos à fachada causados pelo contato de estruturas de andaime com revestimentos sensíveis.

Quando é necessário trocar o vidro da fachada do prédio

Nem toda troca é urgência. Alguns sinais pedem atenção imediata; outros indicam substituição programada durante a próxima manutenção. Conhecer essa diferença ajuda o síndico a tomar a decisão correta antes que o problema se agrave.

Substituição imediata (emergência):

  • Vidro quebrado, estilhaçado ou com fragmentos soltos
  • Trinca que atravessa toda a espessura (vidro temperado partido forma estilhaços granulares; vidro laminado mantém os cacos presos pela película PVB, mas precisa de troca)
  • Caixilho descolado ou com vedação totalmente comprometida, com risco de queda do painel

Substituição programada:

  • Trinca superficial ou delaminação (separação entre as lâminas do PVB no laminado)
  • Película de controle solar descolando ou com bolhas extensas
  • Câmara do vidro insulado (duplo) com condensação interna (sinal de falha no hermético)
  • Vidro float simples em posição de risco (sem temperagem nem laminação) que não atende mais à NBR 7199 para a aplicação

Uma vistoria técnica confirma qual o caso e define o escopo correto. Fazemos essa avaliação sem custo antes de emitir orçamento.

Tipos de vidro que substituímos em fachadas

A especificação do vidro de reposição depende do sistema de fachada existente e das normas aplicáveis. Usar o vidro errado — seja na espessura, no tipo ou no tratamento — pode comprometer a segurança estrutural do painel. Isso também cria passivo para o condomínio. Os tipos mais comuns que trabalhamos:

Vidro temperado: passa por tratamento térmico que aumenta a resistência mecânica em até 5 vezes. Quando rompe, fragmenta em pequenos pedaços de arestas arredondadas. Usado em painéis independentes, portas de vidro e esquadrias.

Vidro laminado (PVB ou SentryGlas): duas ou mais lâminas unidas por intercalador plástico. Ao romper, os cacos ficam presos na película. Obrigatório por norma em coberturas, fachadas acima de 4 metros sem proteção abaixo e em sistemas structural glazing.

Vidro insulado (duplo/IGU): duas lâminas separadas por câmara de ar ou gás argônio, seladas na periferia. Oferece isolamento térmico e acústico superior. Muito usado em curtain wall e pele de vidro.

Vidro low-e e controle solar: possui revestimento metálico que reflete parte da radiação infravermelha, reduzindo o ganho térmico interno. Indicado para fachadas com orientação norte ou oeste em climas quentes como o do Rio.

Vidro refletivo: acabamento espelhado que reflete a imagem externa. Comum em edifícios comerciais com visual moderno.

Antes de qualquer substituição, nossa equipe confirma a especificação original. A medição é feita com tolerância mínima: uma diferença de 2 mm pode impedir o encaixe no caixilho. O vidro fornecido atende à mesma norma ou a uma especificação equivalente superior.

Como saber qual o tipo de vidro da minha fachada?

A forma mais segura é consultar o projeto original ou o manual de manutenção do edifício, que deve constar no arquivo do síndico. Se não houver documentação, nossa equipe identifica o tipo pelo comportamento visual (reflexo, cor, camadas visíveis na borda). Quando necessário, complementamos com teste de percussão e leitura com espessímetro.

Em casos duvidosos, consultamos o fabricante da caixilharia antes de definir o vidro de reposição. Nunca fazemos a troca sem confirmar a especificação: vidro incompatível com o sistema de fachada representa risco estrutural, não apenas estético.

Como funciona a troca de vidro em altura: passo a passo

Instalacao de painel de vidro em fachada de edificio por equipe especializada em trabalho em altura
A troca de vidro em altura usa acesso por cordas e segue a NR-35, sem necessidade de andaimes. Foto: Boris Izmaylov / Unsplash

O processo tem quatro etapas, sempre nessa ordem. Cada uma é obrigatória. Pular o diagnóstico ou a APR não acelera o serviço — apenas transfere o risco para o condomínio e para a equipe.

1. Diagnóstico e medição Nossa equipe vai ao local para avaliar o estado do vidro, identificar o tipo e a espessura, e medir o vão exato. Também verificamos as condições de ancoragem na cobertura. Essa visita define o método de acesso, os equipamentos necessários e o prazo de execução.

2. Planejamento e APR Antes de subir, elaboramos a Análise Preliminar de Riscos (APR), conforme exigido pela NR-35. O documento lista os riscos identificados (queda, fragmentos, ventos, tráfego abaixo) e as medidas de controle. A área abaixo do trecho é isolada com fitas e cones antes do início do trabalho.

3. Remoção e substituição A equipe sobe pelo sistema de rapel ou balancim e remove os fragmentos do vidro danificado. Depois, limpa o caixilho e instala o painel novo com as ventosas de içamento. O encaixe segue os procedimentos do fabricante do sistema de fachada.

4. Vedação e entrega Após a instalação, aplicamos silicone estrutural (cura oxima, compatível com o alumínio e o vidro) em toda a periferia do painel, garantindo estanqueidade. Entregamos relatório fotográfico do antes e do depois, com registro das etapas.

Métodos de acesso em altura

A escolha do método depende da altura, da geometria da fachada e do tipo de serviço. Não há uma solução única para todos os edifícios. O método correto é definido na visita técnica. Nessa etapa, avaliamos as condições de ancoragem na cobertura e o peso do vidro a ser içado.

Acesso por cordas (rapel industrial)

É o método mais ágil para trocas pontuais em alturas de até 40 andares. O técnico desce pela fachada preso a um sistema de duas cordas independentes: linha de trabalho e linha de segurança. Ele fica ancorado em ponto certificado na cobertura, conforme a NBR 16325.

Não exige nenhuma estrutura na calçada, o que reduz o prazo de mobilização para um dia. Para a maioria dos atendimentos pontuais em condomínios e edificações comerciais no RJ, esse é o método que utilizamos.

Balancim e plataforma elevatória

Para trocas em série — vários painéis na mesma fachada — ou quando o peso do vidro exige içamento com mais estabilidade, usamos o balancim. Suspenso por cabos na cobertura, ele oferece uma plataforma de trabalho mais ampla. Também não exige andaime tubular na calçada.

A plataforma elevatória tipo tesoura ou articulada é usada quando o prédio tem até 4 ou 5 andares. Também é preciso haver espaço disponível na calçada para o equipamento. Nesses casos, analisamos também o custo de mobilização para garantir que o método escolhido seja o mais eficiente para o escopo.

Atendimento de emergência para vidro quebrado ou trincado

Vidro quebrado na fachada é risco imediato a terceiros. O procedimento correto enquanto o serviço profissional não chega:

  1. Isole a área abaixo do vidro com fitas, cones ou cavaletes. Se o acesso for obrigatório, coloque alguém para orientar as pessoas a não passar por baixo.
  2. Não tente remover os fragmentos do interior sem proteção adequada. Vidro temperado fragmentado pode projetar cacos com força.
  3. Se o painel laminado ainda estiver no caixilho mas a película estiver cedendo, não sacuda a janela nem tente abri-la.
  4. Acione a administração do condomínio e registre o ocorrido com fotos antes que o vidro ceda completamente.

Fazemos atendimento de urgência no Rio de Janeiro, Duque de Caxias e Mesquita. O prazo de resposta para uma avaliação presencial é de até 24 horas após o contato. A instalação de vedação provisória pode ser feita no mesmo atendimento, até que o vidro sob medida fique pronto.

Condomínios e estabelecimentos comerciais têm atendimento prioritário, dado o impacto operacional de uma fachada comprometida.

Segurança, normas e responsabilidade técnica

A troca de vidro em fachadas é regida por um conjunto de normas que definem as obrigações do contratante e do executor. O síndico ou gestor do imóvel precisa conhecer essas exigências para cobrar o cumprimento delas. Isso protege o condomínio em caso de acidente ou sinistro.

NR-35 (Trabalho em altura): obrigatória para qualquer atividade acima de 2 metros. Exige capacitação dos trabalhadores, APR antes do início, EPI adequado (talabarte, capacete, trava-quedas) e supervisão técnica.

NR-18 (Segurança em canteiro de obras): exige isolamento da área de risco com sinalização e proteção de pedestres antes de qualquer intervenção na fachada.

NBR 16325 (Acessórios para alpinismo): norma ABNT que regulamenta os dispositivos de ancoragem usados no acesso por cordas. Nossa equipe usa apenas equipamentos com marcação CE e ensaio conforme essa norma.

NBR 7199 (Vidros na construção civil): define a espessura mínima e o tipo de vidro (temperado, laminado ou duplo) conforme a aplicação, altura e área do painel. A reposição deve seguir a mesma especificação ou uma equivalente superior.

ART no CREA-RJ: o serviço deve ser coberto por Anotação de Responsabilidade Técnica emitida por engenheiro habilitado no CREA-RJ. Emitimos a ART em todos os serviços de troca em fachada.

O que o síndico deve exigir da empresa contratada?

Peça, no mínimo: comprovante de treinamento NR-35 atualizado dos trabalhadores que vão atuar em altura, e laudo de inspeção dos equipamentos de acesso (cordas, travadores, ventosas). Exija também seguro de responsabilidade civil e ART do responsável técnico.

Esses documentos protegem o condomínio em caso de acidente e são exigíveis em qualquer sinistro perante o seguro predial. Guarde cópias de tudo antes de liberar o início do serviço.

Onde atendemos no Rio de Janeiro

Nossa área de atuação cobre a capital e a Baixada Fluminense com equipe própria, sem terceirização. Somos baseados em Duque de Caxias e Mesquita. Isso nos permite chegar rápido tanto nos municípios da Baixada quanto na Zona Sul e no Centro do Rio.

  • Duque de Caxias e toda a Baixada Fluminense (Mesquita, Nova Iguaçu, São João de Meriti, Belford Roxo, Nilópolis)
  • Rio de Janeiro capital: Zona Sul, Zona Norte, Centro, Barra da Tijuca e Recreio
  • Niterói e São Gonçalo

Para projetos fora dessa área, consulte disponibilidade. Fazemos avaliação presencial sem cobrança de deslocamento nas cidades atendidas regularmente.

Perguntas frequentes sobre troca de vidro em altura

O serviço exige andaime?

Não, na maioria dos casos. Usamos acesso por rapel industrial com ancoragem na cobertura do prédio, eliminando a necessidade de andaime na calçada. Isso reduz o prazo de execução, evita licenças de ocupação de via e não interfere na circulação de pedestres. Para trocas em série em fachadas longas, o balancim suspenso pode ser mais eficiente, mas também não exige andaime tubular na calçada.

Vocês atendem emergências?

Sim. Para vidros quebrados com risco imediato a pedestres ou à estrutura, fazemos contato em até 2 horas e visita técnica em até 24 horas. Na mesma visita podemos instalar vedação provisória para proteger o vão enquanto o vidro sob medida é fabricado.

É possível substituir o vidro no mesmo dia?

Depende do tipo e das dimensões do vidro. Vidros de medidas padrão disponíveis em estoque podem ser substituídos no mesmo dia ou no dia seguinte. Vidros especiais (laminado SGP, insulado com câmara argônio, low-e com revestimento específico) têm prazo de fabricação maior. Esse prazo varia entre 3 e 10 dias úteis, conforme o fornecedor.

Vocês atendem comércios e condomínios?

Sim. A maior parte dos nossos atendimentos é para condomínios residenciais e comerciais, shoppings, hotéis e edificações corporativas. Emitimos nota fiscal, ART e relatório fotográfico em todos os serviços.

Vocês removem vidros grandes?

Sim. Trabalhamos com ventosas de içamento a vácuo com capacidade para painéis de até 200 kg. Para vidros de curtain wall e pele de vidro de grande formato, o planejamento de remoção e içamento faz parte do escopo do serviço.

Como saber qual o tipo de vidro da minha fachada?

A documentação do projeto original deve constar no arquivo do síndico. Caso não haja documentação, fazemos a identificação presencialmente por análise visual da borda, reflexo e espessura. Em casos duvidosos, usamos espessímetro e consultamos o fabricante da caixilharia.

Quais os requisitos legais para troca de vidro de fachada?

Os principais são: treinamento NR-35 dos técnicos, APR antes do início, isolamento da área conforme NR-18 e equipamentos de ancoragem certificados (NBR 16325). Também é necessário vidro de reposição conforme NBR 7199 e ART emitida por engenheiro habilitado no CREA-RJ. O condomínio deve guardar cópias desses documentos.

Vocês atendem a Baixada Fluminense?

Sim. Somos baseados em Duque de Caxias e Mesquita e atendemos toda a Baixada Fluminense com equipe própria, sem terceirização.

Proteja o seu prédio com quem entende do serviço

Vidro danificado em fachada não tem solução de "esperar o momento certo". Quanto mais tempo o painel fica comprometido, maior o risco para pedestres e maior o dano à vedação. O impacto no seguro predial também cresce em caso de sinistro.

Nossa equipe faz a avaliação presencial sem custo e identifica o tipo de vidro correto para a reposição. Também executamos o serviço com cobertura de ART/CREA-RJ, treinamento NR-35 e relatório fotográfico entregue ao síndico.

Entre em contato pelo WhatsApp e descreva a situação. Damos retorno em até 2 horas para casos de emergência e agendamos a visita técnica sem compromisso para os demais.

Solicitar avaliação pelo WhatsApp

Quer saber mais sobre como mantemos e protegemos fachadas de vidro? Veja também nossos serviços de limpeza de fachada e fechamento de fachada de vidro, além do nosso serviço completo de manutenção predial.

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